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Archive for July, 2008

Porque amanhã é…

1º de Agosto

É amanha dia 1 de Agosto
E tudo em mim é um fogo posto
Sacola ás costas, cantante na mão
Enterro os pés no calor do chão
É tanto o sol pelo caminho
Que vendo um, não me sinto sozinho
Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes
Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
Mergulho verde nas ondas do mar
Procuro o fundo pra lhe tocar
Estendido ao sol, sem nada dizer
Sorriso aberto de puro prazer
letra: Tim
música: Xutos & Pontapés

Esta música não é de todo uma das mais tocadas, por isso encontrar vídeos dela é difícil ( ou como diz o Nicolau defícil).

Ao vasculhar nas entranhas do tubo encontrei esta pérola* – Xutos ao vivo num dos muitos programas do Júlio Isidro onde tocam “1º de Agosto” e “Gritos Mudos”. Não está datada, mas é algures dos anos 80 ou assim…  reparem no style do público…

aviso: por volta do 1.30m passa-se algo de estranho… fear not… gravações em video do século passado, ok!

* também encontrei a versão do aniversário dos 15 anos, mas visto ser “cantada” plo Miguel Ângelo decidi poupar-me a esse esforço… até porque o senhor já avisou que os Delfins vão falecer… nem tudo são más notícias!

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:)

cat
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Quinta da Fonte

Se calhar já toda a gente leu isto, mas só para o caso de não terem lido aqui ficam as palavras do sr. Mário Crespo no Jornal de Notícias no dia 21/07/2008

Limpeza étnica

2008-07-21

“O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. “Perdi tudo!” “O que é que perdeu?” perguntou-lhe um repórter.

“Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem…” Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga “quatro ou cinco euros de renda mensal” pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que “até a TV e a playstation das crianças” lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam “quatro ou cinco Euros de renda” à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a “quatro ou cinco euros mensais” lhes sejam dados em zonas “onde não haja pretos”. Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso – “ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos.” A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.”

retirado daqui

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Ah poizé!

Eu também sou uma máquina assassina, não é só a menina Catarina que mata bichos…

Mato aranhas nojentas e melgas horrorosas.

A última imagem é a marca de sangue que a vaca, quer dizer a P*** da melga deixou ao morrer… Aquilo é sangue… o MEU sangue! E é uma mancha do catano…

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Eu sou deliciosa!

Ontem à noite, depois de desligar isto, preparei-me pra dormir…

A preparação de ontem foi diferente… incluía uma cena chamada: FENISTIL!
Passei esta bela pomadinha plas

22 ( vinte e duas)

picadas de melga…

RIP

Obviamente que tanta picadinha dá direito a vingançazinha!

Matei uma ontem e duas hoje!

As mortes de hoje estão marcadas no tecto do quarto… A SANGUE!!!!!!!!!!!!

Beje! vou pintar o tecto de beje!

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Keep walking!

… que é como quem diz em português:

ÉÁÁNDAR! UPA… ANDAMENTO!

http://xkcd.com/334/

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O sexo dos anjos

Ora viste!

Gostei desta campanha… diz tudo sem dizer nada!

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